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Schwarz e o Poeta Modernista

Na tentativa de mais uma vez desmistificar as sutis contradições da Literatura Brasileira, Roberto Schwarz, mantendo-se fiel ao seu estilo literário, esboça uma análise intensa e provocativa de um poema, de Oswald de Andrade, também intenso e provocativo. A provocação delineada se mostra sem demora no início do artigo “A carroça, o bonde e o poeta modernista” que abre caminhos para a obra intitulada “Que Horas São?”, ao relatar que Oswald de Andrade “inventou uma fórmula fácil” de representar o Brasil por meio da literatura. Essa fórmula, que ironicamente foi descrita como uma receita simples, tratava-se exatamente da enorme dificuldade de difundir as chamadas cultura culta e cultura popular.
Última atualização ( Qua, 19 de Dezembro de 2012 17:01 ) Leia mais...
 

A ligação da essência linguística na obra de João Manuel Simões

João Manuel Simões, escritor português de Mortágua, assume como ninguém a frase de Fernando Pessoa “minha pátria é minha língua”, toda sua obra é um retrato disso, dessa identificação que a língua tem, da comunicação que ela é, da cultura que ela traz, da beleza que ela pode expressar. João que mora no Brasil a um bom tempo, mais precisamente em Curitiba, é ocupante da cadeira 11 da Academia Paranaense de Letras.

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Os sertões de Euclydes da Cunha

Faz 10 meses que terminei de ler "Os Sertões" de Euclydes da Cunha. Talvez, uma das melhores leituras que fiz na vida. E, com certeza, uma das mais difíceis. Porém, nada insuperável.
 
O livro é um retrato científico-histórico-jornalístico da Guerra de Canudos com detalhes impressionantes. A narrativa é recheada de opiniões ácidas e pessimismo em relação ao ser humano, frutos da própria angústia do autor, que fez parte da última expedição militar responsável por exterminar a comunidade de Canudos.
Última atualização ( Qua, 14 de Setembro de 2011 12:16 ) Leia mais...
 

O que é Literatura?

"A Literatura, como toda arte, é uma transfiguração do real, é a realidade recriada através do espírito do artista e retransmitida através da língua para as formas, que são os gêneros, e com os quais ela toma corpo e nova realidade. Passa, então, a viver outra vida, autônoma, independente do autor e da experiência de realidade de onde proveio. Os fatos que lhe deram às vezes origem perderam a realidade primitiva e adquiriram outra, graças à imaginação do artista. São agora fatos de outra natureza, diferentes dos fatos naturais objetivados pela ciência ou pela história ou pelo social.
Última atualização ( Qui, 29 de Janeiro de 2009 20:09 ) Leia mais...
 

Curiosidades Literárias

O escritor Wolfgang von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.

O escritor Pedro Nova parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém o tirasse do lugar.

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