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Adonias Filho (A. Aguiar Fo)

Jornalista, crítico, ensaísta e romancista, nasceu na Fazenda São João, em Ilhéus, BA, em 27 de novembro de 1915, e faleceu na mesma cidade, em 2 de agosto de 1990. Eleito em 14 de janeiro de 1965 para a Cadeira n. 21, sucedendo a Álvaro Moreyra, foi recebido em 28 de abril de 1965 pelo acadêmico Jorge Amado.

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Adelmar Tavares (A. T. da Silva Cavalcanti)

Adelmar Tavares (A. T. da Silva Cavalcanti)Advogado, professor, jurista, magistrado e poeta, nasceu em Recife, PE, em 16 de fevereiro de 1888, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de junho de 1963. Eleito em 25 de março de 1926 para a Cadeira n. 11, na sucessão de João Luís Alves, foi recebido em 4 de setembro de 1926, pelo acadêmico Laudelino Freire.

Era filho de Francisco Tavares da Silva Cavalcanti e de Maria Cândida Tavares. Ingressou na Faculdade de Direito do Recife, onde colou grau em 1909. Ainda estudante, começou a colaborar na imprensa como redator do Jornal Pequeno. Em 1910, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde ocupou importantes cargos.

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Adelino Fontoura (A. da F. Chaves)

Adelino FontouraAtor, jornalista e poeta, nasceu na povoação, hoje cidade, de Axixá, à margem esquerda do rio Mearim, no Maranhão, em 30 de março de 1859, e faleceu em Lisboa, Portugal, em 2 de maio de 1884. É o patrono da Cadeira n. 1, por escolha de Luís Murat.

Foram seus pais Antônio Fontoura Chaves e d. Francisca Dias Fontoura. Aos dez anos, concluído o primário, começou a trabalhar no comércio. Durante dois anos manteve contato com Artur Azevedo, quatro anos mais velho, que também trabalhava em armazém. Teriam os dois começado, então, os seus sonhos de homens de letras incipientes. Artur foi para o Rio de Janeiro e Adelino alistou-se no Exército, em Pernambuco, e lá passou a colaborar no periódico satírico Os Xênios.

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Basilio da Gama ( 1729-1789)

Nasceu em São José do Rio das Mortes (atual Tiradentes), MG, em 1741, e faleceu em Lisboa, em 1795. Adotou o pseudônimo de Termindo Sepílio. Acusado de jesuitismo, é perseguido pelo sistema Pombalino sendo depois perdoado, graças ao Epitalârnio dedicado à filha do Marquês. O próprio Marquês de Pombal o protege e lhe possibilita a publicação da O Uraguai. Poema épico escrito em decassílabos brancos e composto de cinco cantos. Nesta obra, abandona a linguagem mitológica,mas adota o maravilhoso, utilizando o fetichismo indígena.

Abgar Renault (A. de Castro Araújo R.)

Abgar RenaultProfessor, educador, político, poeta, ensaísta e tradutor, nasceu em Barbacena, MG, em 15 de abril de 1901, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 31 de dezembro de 1995. Eleito em 1o de agosto de 1968 para a Cadeira n. 12, na sucessão de J. C. de Macedo Soares, foi recebido em 23 de maio de 1969, pelo acadêmico Deolindo Couto.

Era filho de Léon Renault e de Maria José de Castro Renault. Casado com D. Ignês Caldeira Brant Renault, teve dois filhos, Caio Márcio e Luiz Roberto, e três netos, Caio Mário, Abgar e Flávio.

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